Seus olhos castanhos, refletiam a verdade do mundo, neles e somente neles eu pudia intender o meu interior.
Seus olhos eram tão compreensivos que faziam com q tudo parecesse mais simples em seu reflexo, os meus desejos, anseios, angustias, alegrias, tudo se misturava em uma tela d cores, e mesmo nessa confusão de sentimentos castanhos, eu me encontrava e sabia que sem esses olhos um obscuro vazio tomaria conta de meus olhos!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
O deprimente mercado da inspiração
Um dia conheci um cara, ele tinha por volta de seus 50 e poucos anos, lecionava literatura, tinha um ar de sabedoria unido a um jeito descontraído, um homem admiravel.
Apesar de não ser do meu feitil me aproximar de professores me aproximei dele, pois ele parecia transbordar sabedoria, e tinha o dom de tornar tudo mais interessante e facil, não só a sua matéria, mas também dificuldades por que todos passam e em apices de nosso egoismo humano juramos ser só nós.
Eu sempre gostei de ler, de escrever, de viajar nos meus pensamentos que sempre bailavam livremente pela minha mente indiferentes a qualquer regra ou sugestão. E talvez por isso tenha o axado tão interessante.
Em uma das muitas conversas que tive com ele, conversamos sobre a inspiração, coisa que sempre nos importou de mais, já que para alguem que gosta de ler e escrever como eu, e para alguem que ensina sobre pessoas que escreviam, a inspiração é quase sempre o foco de qualquer assunto e de qualquer importancia.
Ele falou sobre muitos autores, e que eles se inspiravam de muitas formas, mas a maioria sofria, sofria para se inspirar, sofria para poder escrever, sofria e sofria e gostava de sofrer, procuravam amores platônicos, perdas, buscas impossiveis.
Quando estou muito feliz até tenho vontade de escrever, mas a inspiração não vem, meus ultimos meses foram de intensa alegria já meus textos, uma lastima, talvez as pessoas, lê-se eu e mais quem se encaixar nessa definição, escrevam para aliviar as dores, para liberar a raiva, para amenizar um ou outro sentimento que não quer ir embora, e ao escrever ele parece mais simples, ou menos doloroso, ou seja lá como cada um se sente em relação aos seus próprios sentimentos.
As músicas mais lindas são tristes, e profundas, tocam os sentimentos de uma forma tão verdadeira, que só um gênio aborrecido poderia conceguir.
Apesar de não ser do meu feitil me aproximar de professores me aproximei dele, pois ele parecia transbordar sabedoria, e tinha o dom de tornar tudo mais interessante e facil, não só a sua matéria, mas também dificuldades por que todos passam e em apices de nosso egoismo humano juramos ser só nós.
Eu sempre gostei de ler, de escrever, de viajar nos meus pensamentos que sempre bailavam livremente pela minha mente indiferentes a qualquer regra ou sugestão. E talvez por isso tenha o axado tão interessante.
Em uma das muitas conversas que tive com ele, conversamos sobre a inspiração, coisa que sempre nos importou de mais, já que para alguem que gosta de ler e escrever como eu, e para alguem que ensina sobre pessoas que escreviam, a inspiração é quase sempre o foco de qualquer assunto e de qualquer importancia.
Ele falou sobre muitos autores, e que eles se inspiravam de muitas formas, mas a maioria sofria, sofria para se inspirar, sofria para poder escrever, sofria e sofria e gostava de sofrer, procuravam amores platônicos, perdas, buscas impossiveis.
Quando estou muito feliz até tenho vontade de escrever, mas a inspiração não vem, meus ultimos meses foram de intensa alegria já meus textos, uma lastima, talvez as pessoas, lê-se eu e mais quem se encaixar nessa definição, escrevam para aliviar as dores, para liberar a raiva, para amenizar um ou outro sentimento que não quer ir embora, e ao escrever ele parece mais simples, ou menos doloroso, ou seja lá como cada um se sente em relação aos seus próprios sentimentos.
As músicas mais lindas são tristes, e profundas, tocam os sentimentos de uma forma tão verdadeira, que só um gênio aborrecido poderia conceguir.
incompreesívelmente desneurada
Ela estava sentada no chão da varanda, sem a menor idéia do que estava fazendo ali, e tão pouco do que faria depois de sair dali, mas não era em nada disso que ela pensava, não pensava em nada com algum futuro, pensava sobre dormir acordada, e tinha certeza que isso não passava de um sonho, daqueles que você sabe que esta sonhando, mas num sabe como acordar ou manipular.
É absurdo, mas quem pode lhe garantir que nesse exato momento você esta acordado, afinal, quem nunca acordou perdido, ou sonhou com algo que realmente existia, ou sonhou que estava acordando, quem nunca ouviu um chamado ou o telefone tocando e este entrou no sonho, apenas para preserva-lo, ou sonhou com uma comida que ao acordar estava na geladeira, ou com algo que aconteceu depois, como é afinal este mundo tão sem lei, que pode até t confundir sem nem mesmo você estar nele.
É absurdo, mas quem pode lhe garantir que nesse exato momento você esta acordado, afinal, quem nunca acordou perdido, ou sonhou com algo que realmente existia, ou sonhou que estava acordando, quem nunca ouviu um chamado ou o telefone tocando e este entrou no sonho, apenas para preserva-lo, ou sonhou com uma comida que ao acordar estava na geladeira, ou com algo que aconteceu depois, como é afinal este mundo tão sem lei, que pode até t confundir sem nem mesmo você estar nele.
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